Voltando aos brinquedos…

brinquedos montessori

O tema “brinquedos”, na ótica de Maria Montessori, daria aso a parágrafos e parágrafos de conversa (mais ainda do que aqueles que vos proponho hoje :):) ). Na verdade, todo o desenvolvimento do ser humano advém da sua interação com o ambiente e os materiais que o rodeiam, desde o nascimento.

Já referimos anteriormente algumas formas de ajudarmos o nosso bebé a ter uma experiência sensorial rica, nomeadamente através da visão e tacto – como acontece quando criamos um móbile adequado e evolutivo. Este móbile é seguido da introdução das rocas, que já oferecem a possibilidade de desenvolvimento de uma maior coordenação mão-cérebro (ou mão-mente), possibilitando igualmente uma experiência auditiva.

Até aos 6 meses de idade, devemos assim oferecer ao bebé brinquedos que o ajudam a desenvolver esta coordenação da visão/ mão/ audição-cérebro e, indirectamente, a percepção da permanência dos objectos, bem como da causa-efeito. No post “brinquedos e minimalismo” poderão ver alguns bons exemplos, em especial nas prateleiras superiores da estante do quarto do Vi 🙂

A selecção destes brinquedos é, assim, tão importante como qualquer outro elemento do “ambiente preparado” para o bebé, seja a cama, o espelho, a estante baixa, a luminosidade… e tendo muito cuidado com a mesma, estamos, inevitavelmente, a mostrar ao nosso filho o quanto ele é importante para nós.

Uma criança com menos do que 6 anos (idade a partir da qual não me irei focar, para já) não tem ainda desenvolvida a sua capacidade de pensamento abstrato, apresentando, por sua vez, uma mente absorvente de tudo o que faz parte da realidade que a rodeia. Desta forma, até aí, todos os objectos baseados na realidade são úteis no processo. O problema aparece quando lhe são oferecidos brinquedos ou objetos que remetem para a fantasia ou lhe transmitem uma falsa ideia acerca do mundo – monstros, coelhos que falam, ursos que são vermelhos… Se a criança pequena não consegue desenvolver uma base sólida na formação da sua mente racional (ao ser colocada perante cenários nos quais ainda não consegue distinguir a realidade da ficção), aos 6 anos ver-se-á limitada no seu poder de imaginação e abstração. Como dizia Maria Montessori no livro The Advanced Montessori Method: “Como é que se pode desenvolver a imaginação das crianças através de algo que é o seu oposto, ou seja, a nossa própria imaginação? Somos nós quem imagina, não eles. Eles acreditam, não imaginam. A credulidade é, sem sombra de dúvida, característica de uma mente imatura (…). Assim sendo, será a credulidade aquilo que queremos desenvolver nos nossos filhos?”.

Outro obstáculo na escolha dos brinquedos mais adequados a oferecer ao bebé/ criança é a quantidade de opções que existem no mercado, bem como o número de acções que um mesmo objecto pode executar, retirando a possibilidade de ser a criança a autora daquilo que quer fazer com ele. Assistimos a cenários em que os pais (e até avós) são levados a consumir muito mais do que seria necessário e ideal, acreditando que, dessa forma, estão a demonstrar um amor maior por aquela criança. Na verdade, estão a passar-lhe a mensagem errada – a de que as pessoas gostam delas se e quando lhes dão “coisas” – quando elas, na realidade, apenas conseguem adorar uma boneca, um peluche e alguns (poucos) brinquedos de cada vez. Pode, à primeira vista, parecer “rebuscado”, mas esta experiência de ter poucos (e bons) brinquedos e “aquele” brinquedo de referência num determinado momento, constitui a base para a vivência adulta, onde precisamos de aprender a manter e estimar uma esposa/ marido, uma família, uma vida, em vez de fantasiarmos que podemos ter todas.

A introdução de electrónicos, como tablets, telemóveis ou consolas é mais um exemplo de obstáculo ao desenvolvimento. Estes objectos não respondem à criança com sentimentos iguais aos que receberia por parte de um ser “real”. As crianças podem tratar as personagens de um jogo da forma como entenderem, não necessitando de ter consideração por elas; não há qualquer feedback que lhes permita desenvolver sentimentos, cuidado e capacidade de resposta, como aconteceria se estivessem a lidar com outro ser humano. São objectos que ocupam o tempo que poderia ser dedicado a uma interação real. Constituem, dessa forma, uma base para o egocentrismo.

Que tipo de brinquedos deveremos, então, seleccionar e que poderão ajudar no desenvolvimento pleno do nosso bebé/ criança?

Antes dos 3 anos, todos os que possam ser utilizados de forma independente e que permitam a interação com outras pessoas, bem como a compreensão do mundo. Refutamos, assim, todos os que representem a fantasia de uma mente adulta, ao invés de fomentar a capacidade criativa da mente da criança. Também aqueles brinquedos chamados de “educativos” – caixas com rodas, luzes, sons, botões aleatórios – não têm qualquer benefício, pois apenas entretêm a mente, não envolvendo qualquer possibilidade de pensamento por parte da criança.

Um simples urso de peluche, idêntico à imagem do urso na realidade, pode ser um ótimo exemplo de brinquedo, ou mesmo uma boneca (ambos, na vida real, são seres com emoções e reacções que podem ser imitadas). A criança pode brincar com a boneca, por exemplo, simulando acções que acontecem consigo mesma no seu dia-a-dia: dando-lhe banho, vestindo-a, alimentando-a, colocando-a para dormir… e esta “brincadeira” repetida desenvolve a sua própria capacidade de se vestir a si mesma, tomar banho, alimentar-se sem ajuda. A boneca aparece assim como símbolo de si mesma ou de outro membro da família.

Também as actividades da vida prática podem ajudar no desenvolvimento de um pensamento mais profundo e da concentração, factores importantes na construção de “cenários” para as suas brincadeiras. Um exemplo de uma actividade deste género é a de cortar cenouras ou outro vegetal – um conjunto de tarefas estruturadas, com princípio, meio e fim, que induz ao pensamento ordenado. Estas actividades que envolvem experiências reais do mundo real são a chave da brincadeira imaginativa da criança.

Uma casa de bonecas, por exemplo, também pode resultar em horas de criatividade e até na oportunidade de aprender como o mobiliário se distribui numa casa (a ordem é, uma vez mais, trabalhada) – a cama no quarto, as cadeiras e a mesa na sala de jantar, o sofá na sala de estar… Outro bom exemplo são os modelos realistas em miniatura de animais que existem nos tempos de hoje. Estes podem ser dispostos em cestos diferentes, separados por domésticos/ selvagens, por famílias dentro da mesma espécie, por localização geográfica… e podemos aproveitar para desenvolver a linguagem da criança, pegando num dos cestos e ensinando-a acerca do nome de cada animal, enquanto vão sendo dispostos, cuidadosamente, lado a lado.

Mesmo sólidos de madeira coloridos e carrinhos são benéficos para crianças dos 15 meses aos 3 anos, se dermos alguma orientação e propósito à actividade. Podemos ter num cesto 3 carrinhos com cores primárias – vermelho, azul e amarelo – e ir retirando, um a um, indicando o respectivo nome – “carro vermelho”, “carro azul”, “carro amarelo” – à medida que os vamos dispondo lado a lado (tal como fazemos na actividade com os animais). Noutro cesto, podemos colocar 3 veículos diferentes com a mesma cor – carro, camião, mota – e repetir o exercício anterior, desta vez focados apenas no tipo de veículo.

O grande propósito desta brincadeira não é mais do que dar à criança mais uma chave para a descoberta do mundo que a rodeia. Um aspecto que devemos ter, contudo, em consideração, é a forma como vamos apresentando os materiais – tendencialmente, caímos no erro de substituir uma afirmação como “isto é um carro azul” por algo como “o que é isto?”. Esta pergunta representa um teste de conhecimento, não um conhecimento oferecido por nós, pais, à criança – e os testes (que nos são tão incutidos desde cedo no ensino regular…) são totalmente inapropriados para crianças pequenas!

 

E parece que me alonguei bastante, não é?

É um tema ainda tão pouco debatido e tão importante no dia a dia dos pais e futuros pais, que não podia deixar de tocar em vários aspectos que a própria Maria Montessori entendeu como cruciais. 🙂

Voltamos a falar em breve!

Joana

 

 

Minimalismo e brinquedos

Já vos tinha dito que sou adepta do minimalismo? Não num sentido extremo da palavra (porque não consigo chegar tão longe em todos os campos da vida), mas no que toca ao não me agarrar demasiado a bens materiais que não têm utilidade no meu dia-a-dia. Felizmente, tanto para mim quanto para o D, uma vivência pacífica cá em casa tem, na sua base, uma organização muito grande da mesma e a libertação de tudo o que, francamente avaliando, não acrescenta muito à nossa rotina. Passa por sermos capazes de fazer avaliações muito pragmáticas acerca daquilo que vamos acumulando nos armários e fora deles e, de vez em quando, por enchermos uns saquinhos de coisas “para dar” 😉

Possivelmente exagerada aos olhos de alguns, a nossa forma de vida está, ainda assim, muito longe de se assemelhar ao minimalismo puro que muitas pessoas seguem. Isto porque, apesar de sermos ambos muito arrumados e gostarmos de destralhar cá por casa, não nos coibimos de a decorar com bastantes adornos que a tornam muito mais confortável e agradável à nossa vista. A ideia do “lar minimalista” com quase nada nas paredes e prateleiras é assustadora para nós. Uma estante sem livros (que tenhamos lido ou pretendamos ler, claro)? Jamais! Uma parede sem quadros? Jamais! Focamo-nos mais em manter essas estantes bem arrumadas e com cores que não ofusquem o olhar e em preencher as nossas paredes com pinturas e imagens que nos dizem algo e que também se enquadrem bem nos tons calmos com que decorámos o resto da casa. Cores fortes e destacáveis aparecem muito pontualmente. Luzes, por cá, só indirectas e lâmpadas só amarelas (há leds amarelos, sim!) – só assim mantemos o ambiente tranquilo que nos “chama à terra” diariamente.

À semelhança desta forma de estar, o quarto do Vicente é muito contido na quantidade e organizado na disposição de brinquedos e livros, o que, em tudo, nos conduz aos ideais montessorianos. Optámos por uma pequena estante, que montámos sem os pés para que ficasse o mais baixa possível e por uma prateleira onde cabem os primeiros livrinhos que o Vi irá explorar. Adquirimos também uma caixa organizadora que, na verdade, é um carrinho de mão e poderá, mais tarde, auxiliar na aquisição do equilíbrio e marcha, bem como dois cestinhos (só um está em uso) onde, para já, colocámos os peluches maiores – um já existente e dois oferecidos.

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Nas prateleiras superiores da estante maior, dispusemos três brinquedos pedagógicos de madeira, cada um com o seu propósito e que o Vi poderá explorar livremente assim que estiver preparado para tal (a partir dos 6 meses, talvez?). Em baixo, reservámos uma secção para instrumentos musicais simples, que pretendo apresentar desde cedo pois valorizo muito a aquisição de noções de tom, ritmo e notas. A secção ao lado subdivide-se em 3 cestinhos com brinquedos aleatórios, entre eles animais de peluche, bolas, rocas (que serão introduzidas e têm um papel importante logo após os móbiles) e um ou outro brinquedo de borracha ou madeira.

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A pequena prateleira para livros já está completa e é constituída por alguns exemplares com imagens reais de animais, outros com imagens não reais mas ainda assim realistas (é o caso dos livros moles para uma fase mais precoce) e outros ainda com alguma história e personagens – por muito que gostemos deles, sabemos que não devem ser introduzidas, aos bebés e crianças até aos 4 anos de idade, histórias onde exista demasiada fantasia e onde, por exemplo, os animais falem ou adotem acções humanas, justamente porque não correspondem à realidade e é apenas a realidade que deve ser apresentada até esta idade. É aqui que, pontualmente, nos assumimos permeáveis a alguns “maus hábitos” 😉

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Dentro do carrinho de mão, colocámos um jogo de pares (vai ser utilizado bem mais tarde, mas adorámo-lo e não resistimos…) e um balde com sólidos geométricos coloridos para exploração e criação livres desde cedo. A disposição destes sólidos, a seu tempo, será colocada de forma estratégica e rotativa, em cestinhos separados por cor, ou por forma, ou por quantidade (variaremos de tempos a tempos).

 

Fora isto, guardámos dentro do roupeiro 4 doudous (apenas um comprado por nós e 3 oferecidos) e veremos se os apresentamos à vez, todos ao mesmo tempo mas em zonas diferentes onde o Vi possa estar ao longo do dia, ou se acabamos mesmo por não utilizar alguns.

E, com facilidade, apresentei-vos tudo o que havia para apresentar! Temos apenas um ou dois livros bem grandes com texto e imagens que iremos utilizar para lermos ao Vi logo desde o nascimento. Mas esses, ficarão connosco e não no quartinho dele.

A nossa ideia, inicialmente, era comprar ainda menos artigos do que comprámos, porém, cedemos um pouco à enormíssima oferta! Ainda assim, parece-nos que a quantidade é razoável e, sendo que os brinquedos não aparecem na nossa lista de desejos quando nos questionam acerca de presentes para o bebé, não nos parece haver grande espaço para “descalabros” 😉

No próximo post, conto falar-vos um pouco mais acerca deste tema – brinquedos – mas mais na perspectiva da filosofia de Montessori, pois considero que há muito know-how a absorver por nós, pais, e que pode ser determinante no momento de escolher o que de melhor podemos oferecer ao nosso filho.

Até breve!

Joana

A evolução do móbile

O meu primeiríssimo trabalho manual para o quarto do Vi foi o seu móbile evolutivo. Há, sem dúvida, opções  de móbiles muito apelativos no mercado, difíceis de resistir de tão bonitos que são, porém, se nos detivermos sobre a vantagem e utilidade que os mesmos trazem para o bebé, a resposta é simples: pouca ou nenhuma. São items que apenas embelezam o ambiente e agradam aos olhos dos pais e de quem o visita.

Se queremos oferecer ao nosso bebé um ambiente verdadeiramente enriquecedor, temos que pensar no propósito de tudo o que lhe oferecemos. O móbile, nos primeiros meses, é um elemento que o ajuda na progressão da sua habilidade para explorar visualmente o mundo. O bebé desenvolve, gradualmente, o foco em objectos em movimento, a procura por um objecto em particular e a percepção de cor e profundidade. Este móbile deverá, dessa forma, ser mudado a cada 2/3 semanas para permitir, por um lado, a habituação “àquele” móbile em específico e, por outro, o acompanhamento dessa constante progressão visual.

Com o mesmo propósito  sempre em vista – o desenvolvimento pleno do meu bebé – pus mãos à obra. Como suporte, ao invés de colocar um gancho no tecto do quarto, utilizei um móbile já existente do IKEA que permite ir substituindo o conteúdo e que ainda tem a vantagem de ser portátil, não ficando restrito à área da cama (ou não tendo nós que colocar múltiplos ganchos em várias zonas do tecto da casa!). Comecei por comprar umas palhinhas (de bebidas mesmo) em papel, onde os objectos viriam a ficar presos por um fio. Para que ficassem mais bonitas, revesti-as com linha de crochet:

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De seguida, passei para o primeiro móbile – o móbile Munari. É um móbile constituído por formas geométricas brancas e pretas, planas, e por uma esfera transparente onde a luz pode reflectir. Deve ser utilizado das 3 às 6 semanas de vida e as duas cores utilizadas são aquelas que o bebé consegue distinguir nesta fase – os dois limites sensoriais que o estimularão a focar a sua atenção ininterruptamente. As formas foram especialmente concebidas para que, primeiro que tudo, o bebé distinga aquelas que são rectas e, depois, as que são curvas.

Não encontrei uma esfera transparente na altura da sua execução, porém, um coração também transparente tomou o seu lugar sem problema. Total coincidência, semanas mais tarde, quando o trabalho já estava terminado, um familiar que vive fora e nos veio visitar ofereceu-nos, entre outras coisas, a dita esfera, com o pormenor da Sophie la Girafe dentro 😀 É claro que foi imediatamente adicionada!

 

O segundo móbile deverá aparecer entre as 6 e as 8 semanas e é constituído por 3 octaedros, em papel metalizado, com cores primárias.

São agora introduzidas as três dimensões, com cores que permitem uma maior organização mental ao bebé e num material que faz reflectir a luz, atraindo a sua atenção. Os octaedros, em particular, constituem uma remota base para futuros entendimentos de aspectos relacionados com proporções geométricas, relações e padrões.

Foi de simples execução – imprimi em papel branco autocolante a forma dos octaedros, recortei-os e colei-os em folhas holográficas das várias cores. Depois foi só dar-lhes forma, tendo o cuidado de introduzir o fio de linha antes do último passo da montagem 🙂

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Entre as 7 e as 9 semanas, chega a altura de introduzir uma nova componente que permitirá mais um passo no desenvolvimento visual do bebé: as variações subtis dentro da mesma cor. O móbile Gobbi é constituído por 5 esferas de lã/ linha (ou de esferovite coberto com lã/linha), num degradê, colocadas de forma ascendente, da mais escura para a mais clara.

Comprei meadas de vários tons de azul (não são todos do “mesmo azul”, mas o efeito pretendido não ficará comprometido) e transformei-as em pequenos novelos que ficarão presos, também eles, nas palhinhas que forrei.

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Segue-se o móbile dos dançarinos, ideal para as semanas 10-12. Este móbile apresenta-se sob a forma de figuras estilizadas, feitas em papel metalizado, que se movem facilmente com qualquer circulação de ar. Uma vez mais, o reflexo que a luz fará sobre o mesmo irá captar a atenção do bebé para estas figuras constituídas por 3 partes independentes – cabeça, braços e pernas – estimulando a sua percepção e habilidade de foco visual dinâmico e em profundidade.

Foi, sem dúvida, o de mais desafiante execução. Utilizei cartolinas, onde imprimi as figuras, recortei-as e colei-as (com cola baton) a papel holográfico azul e cinza, de um lado e do outro. Falta apenas comprar fio de pescador/ nylon para ligar as 3 partes de cada uma et voilà!

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Após as 12 semanas, e porque o bebé começa a ter um propósito e a querer alcançar os objectos com as mãos, podemos colocar uma ou mais argolas de madeira, com um fio elástico, de forma a que possam ser puxadas, colocadas na boca, largadas e alcançadas novamente. Com isto, promovemos a exploração táctil, a concentração, a coordenação motora bem como o início da relação cérebro-mão (uma das grandes bases de toda a experiência sensorial e aquisição de conhecimento por parte do bebé). Estas argolas devem ser bem lisas, de material seguro e com um tamanho que não permita que as mesmas sejam engolidas.

Nesta fase, além das argolas, irei colocar no móbile as peças que o original do IKEA trazia – sólidos geométricos, em madeira, com cores chamativas 🙂

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Com isto, terminamos a saga “móbiles” e, gradualmente, começam as rocas a ganhar o papel de destaque no período de desenvolvimento seguinte. Como referi antes, o conceito de relação cérebro-mão começará a ser abordado nesta fase e dele falaremos com todo o cuidado e pormenor merecidos.

Até breve!

Joana